quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Se foi 2009, chegou 2010!!!

O ano de 2009 foi um ano de muitas realizacoes e conquistas, ano de ganhos e de perdas...
2010 nao será diferente...mais realizacoes, mais conquistas, muitas gargalhadas, sonhos realizados e passos importantes serao dados...
Feliz 2010, muita saúde e paz a todos...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Todos pensando em deixar um planeta melhor para seus filhos, quando vao pensar em deixar filhos melhores para o planeta???

A natureza resolveu mostrar a sua fúria... e pelo que tudo indica o nosso tao amado Rio Grande de Sul ainda vai sofre muito com essas fúrias...
Esta mais do que na hora de pensarmos realmente na saúde do nosso planeta... precisamos nos conscientizar das questoes ambientais, do lixo, do comodismo de andar de carro, do simples fato de molhar as flores com a agua potável...nao diga que os problemas sao os governantes que roubem, desviam, enchem os bolsos...
A solucao deve comecar por nós mesmo...
Já pensou em coletar a agua da chuva para regar suas plantas em casa? Você sabia que as flores ficam muito mais bonitas se molhadas com a agua da chuva ao invés da agua das torneiras?
Porque nao tratar os animais com a água da chuva?
Isso é só uma das coisas que podemos fazer... você sabe por que os bueiros logo com uma chuva entopem? Lógico por causa do lixo que jogam nas ruas, o lixo que produzimos....
Quem de vocês tem uma composteira em casa?
Pense, só atitudes básicas, fáceis e que nao custam nada...

Comece por você mesmo e assim teremos um mundo...digamos assim, habitavel por mais tempo...

Enchente em Santa Clara


E principalmente, pratique SOLIDARIEDADE!!!!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

VERANEIO NO RIO GRANDE DO SUL

Para conhecimento nacional e reconhecimento regional:
Está chegando o verão e com ele o veraneio, como chamamos aqui no Sul.

Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baias, morros, reentrâncias ou recortes. Nada!
Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro.
Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.
Característica nossa, não gostamos de intermediários.
Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia.
Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima.
O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa.
É marrom!
Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.
Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.
Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida.
O nordestão é vento com grife e estilo... estilo vendaval.
Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.
Outra coisa: nosso mar é pra macho!
Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.
Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não agüentam seu peso e se enterram na areia.
Chega o nordestão e... lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.
O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.
Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.
E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.
Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!
Atenta a essas questões, nossa indústria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.
A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra (areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.
Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.
Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.
O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro.
Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores às dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV à cabo, plasma ou LCD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.
Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias.
Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos à noite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.
É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite – e no domingo, quando fechamos a casa.
Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.
E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.
Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do mundo:
-Graças a Deus que terminou esta bosta de veraneio!


Paulo Wainberg
(Sou gaúcho de Porto Alegre e libriano, se é que isso tem alguma relevância, ganho a vida material como advogado e usufruo a vida de verdade como escritor. Livros publicados são dez, os mais recentes: Nem tudo é podre no reino do lixo (romance, Ed. Mercado Aberto), A mãe judia o gênio cibernético e outras histórias (crônicas e contos, Ed. AGE) e Os malditos (romance, Ed. Bertrand). No prelo, a sair em breve, Um outro vagabundo toca em surdina (crônicas, WS Editora). Adoro escrever crônicas, costumo dizer que é quando consigo ser um personagem de mim mesmo, entende? Você não está interessado no meu estado civil, na minha idade e no número do meu CPF. Se quiser saber não tem problema, pergunte que eu conto. Não tenho livro de cabeceira, porque não tem cabeceira na minha cama. O meu domingo perfeito será quando eliminarem as segundas-feiras e o meu sonho de consumo é inconfessável. Eu me acho bonito, sensual, inteligente e modesto e daqui a dez anos não tenho a menor idéia do que estarei fazendo. Sabe o que me tira do sério? Uma boa piada e meu herói da adolescência foi meu pai, mas só descobri isso muitos anos depois. É isso. FONTE: http://www.germinaliteratura.com.br/2008/paulo_wainberg.htm )

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho. É viver cada momento e construir a felicidade aqui e agora. Claro que a vida prega peças. O bolo não cresce, o pneu fura, chove demais, perdemos pessoas que amamos...
Mas, pensa só:
Tem graça viver sem rir de gargalhar, pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido estragar o dia por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
Eu quero viver bem...E você? 2009 foi um ano cheio de coisas boas, mas também de problemas, desilusões, tristezas e perdas, reencontros... (hum...)
Normal...
2010 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o Homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas, e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo pra todos nós é sabedoria. E que todos nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência. O nosso desejo não se realizou?
Beleza... Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento (me lembro sempre de uma frase que ouvi e adoro: "cuidado com seus sonhos, desejos, eles podem se tornar realidade").
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano...
Mas,se a gente se entender e permitir olhar o outro e o mundo com generosidade,as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial!
2010 pode ser um ano especial, se nosso olhar for diferente.
Pode ser muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar.
Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2010 pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, especial!
Depende de mim... De você.
Pode ser... E que seja!'
(Arnaldo Jabor)

domingo, 20 de dezembro de 2009

Tübingen


Tübingen, die kleine große Stadt am Neckar, wird von der 500 Jahre alten Universität, vom Zusammenleben der Bürger, der Gogen und der Studenten geprägt. Besonders reizvol ist die Neckarseite mit dem gleichsam übereinandergeschichteten Giebelhäusem zwischen Stiftskirche, Alte Aula und dem Renaissanceschloß Hohentübingen. Malerische Anziehungspunkte sind der Hölderlintum, in dem der kranke Dichter von 1807 bis zu seinen Tode 1843 lebte, die Alte Burse, das Evangelische Stift, das Wilhelmsstift, die Unterstadt mit der Fruchtschranne, und vor allem der Mrkplatz mit dem Neptunbrunnen und dem Rathaus, dessen Fassadenmalereien aus dem 16. Jahrhundert stammen und das von allem der Markplatz mit dem Neptunbrunnen und dem Ra´thaus, dessen Fassadenmalereien aus dem 16. Jahrhunder stammen und das von einer astronomischen Uhr aus dem Jahre 1511 geschmückt wird. Von imposante Gestalt sind neben vielen anderen Gebäuden der Stiefelhof, das älteste urkundlich erwähnte Haus der Stadt von 1323, das Kornhaus von 1453 und der Pfleghof, das Wirschaftsgebäude des Kloster Bebenhausen in Tübingen.

Am Holzmarkt erhebt sich die Stiftskirche, ein spätgotischer Bau, gegenüber der Kirche steht das Haus von Johann Friedrich Cotta, dem bebeutendsten Verleger deutscher Literatur um die Wende vom 18. zum 19. Jahrhundert. Das erste Buch wurde 1498 in Tübingen gedruckt, zahlreiche Verlage, Druckereien und Buchhandungen setzen die Tradition fort. Überall erinnem Gedenktafeln an das Wirken berühmter Dichter und Decker, unter anderen Kepler, Hegel, Schelling, Hauff, Uhland, Wildermuth und Hesse. Die Industrie spielt nur eine untergeordnete Rolle, wurde ganz bewußt so weit als möglich aus der Stadt " Stadt des Geistes" verbannt.

Im heutigen Stadtgebiet gab es auch bereits zur Jungsteinzeit Ansiedlungen. Die 1078 erstmal genannte Siedlung Twingia wurde 1231 zum ertsn Mal urkundlich als Stad bezeichnet. 1477 gründete Herzog Eberhard im Bart nit päpstlichem Privileg die Universität, die später zu einem geistigen Zentrum der Reformation wurde. Im Jahr 1514 trozten die württembergischen Landstände ihrem Herzog Ulrich den Tübinger Vertrag ab, der heute als einer der großen Meilensteine auf dem Weg zur Demokratie gilt.

Tübingen ist trotz seiner langen Tradition auch heute eine lebendige, junge Stadt mit einen außergewöhnlichen Angebot: Landestheather, Zimmertheater, ausgezeichnete Kinos, ein Musik-angebot vom klassichen Konzert bis zur soziokulturellen Laternative, die Kunsthalle, das Stadtmuseum, ein Spielzeug - und Automuseum sowie die Sammlungen der Universität vor allem auf Schloß Hohentübingen, dazu Sommerfest, Stadtfeste, Stocherkahnrennern und viele andere Festival und Veranstaltungen lassen garantiert jeden Geschmack auf seine Kosten Kommen.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Psicóloga x Cazuza!


Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!

Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.

Uma psicóloga que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto: 'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados.. Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.

Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado.

No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos.

A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta. São esses pais que devemos ter como exemplo? Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..

Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.

Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.

Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz,principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme.

Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.

Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada?

Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?

Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor. Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido.

Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?

Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor.

Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde.

A principal função dos pais é educar..

Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos.

Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'


Karla Christine

Psicóloga Clínica

Leu ?

Concorda com a psicóloga?

Então faça sua parte divulgue.